Olá pessoal chegou a hora de falar de energia. Quais as alternativas, quais as possibilidades no Ceará, qual o cenário para o futuro, os impactos..... enfim tudo tudo tudo!
O Ceará pode ser considerado pioneiro na produção de energia das marés. No Porto do Pecém, em São Gonçalo do Amarante, funciona uma usina com força das ondas. O protótipo, apesar de gerar pouca energia, 100 KW é o primeiro da América Latina. A energia é produzida pela movimentação de boias flutuadoras gera energia, que aciona bombas, gerando a energia acumulada em baterias. A constância das marés existente no Estado propicia um aproveitamento melhor do que a implantação de equipamento semelhante em locais com ondas mais altas, porém mais inconstantes. A energia gerada em Pecém ainda é pouca, mas, pelo fato de o impacto desse tipo de energia ser menor, se comparado com uma hidrelétrica, por exemplo, fica então, a expectativa de uma grande fonte de energia, renovável e limpa, para abastecer o Estado do Ceará.
Atualmente, as fontes de geração de energias mais utilizadas são: carvão mineral, petróleo e gás natural. Essas possuem um agravante que são os impactos que ocasionam no ambiente. No Ceará, apesar da utilização dessas fontes, ele visa mais além. Uma fonte de energia que tenha menos impacto na natureza, chamada de energia eólica. A energia eólica é considerada a fonte energética mais limpa do planeta, sendo obtida através do movimento de massas de ar (vento) que é captado por hélices ligadas a geradores. No Brasil, o estado do Ceará se destaca por ser o maior produtor nacional desse tipo de energia, isso devido, nossa região ser bastante privilegiada por um imenso litoral, possuir regiões elevadas etc. E a cada ano há um investimento nesse tipo de energia, pois é renovável, ou seja, 'nunca acaba'.
As principais alternativas energéticas para o estado do Ceará são a energia das marés e a energia eólica. os impactos são mínimos, mas devem serem considerados para poder serem instaladas usinas eólicas e futuramente de marés aqui. A UFC tem tradição em pesquisas nessa área de energias.
O Ceará tem se consolidado como campo fértil na geração de energias alternativas e renováveis
Energia eólica, solar, das ondas e biomassa. O Ceará tem se consolidado como campo fértil na geração de energias alternativas e renováveis. Sedimentado como pólo de geração eólica, o Estado foi o primeiro no país a lançar o Atlas Eólico, há cinco anos, documento que mostra o perfil favorável à instalação de investimentos privados na área da energia dos ventos. Também foi precursor ao implantar os parques eólicos da Prainha (10 MW), Taíba (5 MW) e Mucuripe (2,4 MW), ainda na década passada.
Agora, a Eletrobrás pretende manter o foco também na geração de energia por meio de biomassa e usinas de ondas do mar. Até o final do ano, deve ser lançado o edital para construção de dois protótipos da usina de ondas que ficará no quebra-mar do Porto do Pecém.
No campo da energia solar, o Ceará tem potencial para se tornar, nos próximos dois anos, pioneiro também na geração, em larga escala, desse tipo de energia, entende o coordenador de Energia da Secretaria de Infra-Estrutura do Estado (Seinfra), Adão Linhares, durante o Fórum e Exposição das Energias Alternativas do Brasil (Power Future 2006), ocorrido em setembro, no Centro de Convenções Edson Queiroz, em Fortaleza.
O encontro, na opinião do presidente do Centro de Energias Alternativas do Ceará (Cenea), Alcântara Macedo, demonstra, a cada ano, a importância que as energias alternativas têm na matriz energética brasileira, bem como a posição de destaque do Ceará nesse campo. A edição deste ano colocou em debate a morosidade para a implantação dos parques eólicos da primeira fase do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia (Proinfa I).
Comprovando a teoria de Alcântara Macedo, durante o encerramento do Power Future 2006, foi firmado acordo para a criação do Centro de Formação e Treinamento Tecnológico de Energia Eólica, voltado à educação básica, técnica e superior, visando ao treinamento de cerca de 400 pessoas da comunidade de São Gonçalo do Amarante, interior cearense. A idéia é formar mão-de-obra qualificada para trabalho com equipamentos de energia eólica.
O acordo prevê a mútua participação técnica, científica e financeira, cabendo à empresa alemã o financiamento de equipamento e laboratório. A previsão é que o programa tenha início a partir do 2º semestre de 2007, logo após a instalação da fábrica em território cearense. O objetivo é atrair indústrias da área de energias alternativas para o Ceará.
"O Ceará tem uma cultura própria e inovadora no campo das energias renováveis", sentenciou Segen Estefen, pesquisador do Programa de Engenharia Oceânica da Coordenação dos Programas de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia (Coppe), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Estefen foi um dos palestrantes do encontro, sendo portador do anúncio sobre o Plano Nacional de Energias Renováveis do Mar, que está em fase de negociação com a Eletrobrás. Desenvolvido pela Coppe/UFRJ, o plano reúne projetos direcionados a dois objetivos: levantar a potencialidade das ondas e marés brasileiras e buscar tecnologias para converter as energias advindas do mar em eletricidade.
A execução do projeto, segundo ele, demanda investimentos da ordem de R$ 16 milhões, a serem aplicados em pesquisa, desenvolvimento e inovações, durante o período de 5 anos, com retorno garantido. "O mar tem muito campo a ser explorado. Daqui a 15 anos, a energia vinda dele terá potencial para competir comercialmente com a energia eólica, que nessa época já estará consolidada", preconiza.
A maior vantagem das energias renováveis, na opinião de Estefan, é o fato de serem complementares. "A energia das ondas e marés não tende a ser hegemônica. A exemplo da eólica ou solar, ela é complementar. Além disso, não polui o meio ambiente, não traz prejuízo à fauna nem libera gases do efeito estufa", completa.
Fonte:http://www.sfiec.org.br/portalv2/sites/jornal/home.php?st=listinfo&conteudo_id=5296 acessado em 05/07/2012
Qualquer fonte de energia, seja ela renovável ou não renovável, sempre traz prejuízos ao meio ambiente, é um fato consumado e inevitável. O Ceará é o maior produtor nacional de energia eólica, considerada uma energia limpa, entretanto, é impossível viver sem poluir, sem degradar, e além do mais, os governos usam apenas palavras para manifestar interesse em criar fontes renováveis de energia.
O Ceará pode ser considerado pioneiro na produção de energia das marés. No Porto do Pecém, em São Gonçalo do Amarante, funciona uma usina com força das ondas. O protótipo, apesar de gerar pouca energia, 100 KW é o primeiro da América Latina. A energia é produzida pela movimentação de boias flutuadoras gera energia, que aciona bombas, gerando a energia acumulada em baterias. A constância das marés existente no Estado propicia um aproveitamento melhor do que a implantação de equipamento semelhante em locais com ondas mais altas, porém mais inconstantes. A energia gerada em Pecém ainda é pouca, mas, pelo fato de o impacto desse tipo de energia ser menor, se comparado com uma hidrelétrica, por exemplo, fica então, a expectativa de uma grande fonte de energia, renovável e limpa, para abastecer o Estado do Ceará.
ResponderExcluirAtualmente, as fontes de geração de energias mais utilizadas são: carvão mineral, petróleo e gás natural. Essas possuem um agravante que são os impactos que ocasionam no ambiente.
ResponderExcluirNo Ceará, apesar da utilização dessas fontes, ele visa mais além. Uma fonte de energia que tenha menos impacto na natureza, chamada de energia eólica.
A energia eólica é considerada a fonte energética mais limpa do planeta, sendo obtida através do movimento de massas de ar (vento) que é captado por hélices ligadas a geradores. No Brasil, o estado do Ceará se destaca por ser o maior produtor nacional desse tipo de energia, isso devido, nossa região ser bastante privilegiada por um imenso litoral, possuir regiões elevadas etc.
E a cada ano há um investimento nesse tipo de energia, pois é renovável, ou seja, 'nunca acaba'.
As principais alternativas energéticas para o estado do Ceará são a energia das marés e a energia eólica. os impactos são mínimos, mas devem serem considerados para poder serem instaladas usinas eólicas e futuramente de marés aqui. A UFC tem tradição em pesquisas nessa área de energias.
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ResponderExcluirO Ceará tem se consolidado como campo fértil na geração de energias alternativas e renováveis
ResponderExcluirEnergia eólica, solar, das ondas e biomassa. O Ceará tem se consolidado como campo fértil na geração de energias alternativas e renováveis. Sedimentado como pólo de geração eólica, o Estado foi o primeiro no país a lançar o Atlas Eólico, há cinco anos, documento que mostra o perfil favorável à instalação de investimentos privados na área da energia dos ventos. Também foi precursor ao implantar os parques eólicos da Prainha (10 MW), Taíba (5 MW) e Mucuripe (2,4 MW), ainda na década passada.
Agora, a Eletrobrás pretende manter o foco também na geração de energia por meio de biomassa e usinas de ondas do mar. Até o final do ano, deve ser lançado o edital para construção de dois protótipos da usina de ondas que ficará no quebra-mar do Porto do Pecém.
No campo da energia solar, o Ceará tem potencial para se tornar, nos próximos dois anos, pioneiro também na geração, em larga escala, desse tipo de energia, entende o coordenador de Energia da Secretaria de Infra-Estrutura do Estado (Seinfra), Adão Linhares, durante o Fórum e Exposição das Energias Alternativas do Brasil (Power Future 2006), ocorrido em setembro, no Centro de Convenções Edson Queiroz, em Fortaleza.
O encontro, na opinião do presidente do Centro de Energias Alternativas do Ceará (Cenea), Alcântara Macedo, demonstra, a cada ano, a importância que as energias alternativas têm na matriz energética brasileira, bem como a posição de destaque do Ceará nesse campo. A edição deste ano colocou em debate a morosidade para a implantação dos parques eólicos da primeira fase do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia (Proinfa I).
Comprovando a teoria de Alcântara Macedo, durante o encerramento do Power Future 2006, foi firmado acordo para a criação do Centro de Formação e Treinamento Tecnológico de Energia Eólica, voltado à educação básica, técnica e superior, visando ao treinamento de cerca de 400 pessoas da comunidade de São Gonçalo do Amarante, interior cearense. A idéia é formar mão-de-obra qualificada para trabalho com equipamentos de energia eólica.
O acordo prevê a mútua participação técnica, científica e financeira, cabendo à empresa alemã o financiamento de equipamento e laboratório. A previsão é que o programa tenha início a partir do 2º semestre de 2007, logo após a instalação da fábrica em território cearense. O objetivo é atrair indústrias da área de energias alternativas para o Ceará.
"O Ceará tem uma cultura própria e inovadora no campo das energias renováveis", sentenciou Segen Estefen, pesquisador do Programa de Engenharia Oceânica da Coordenação dos Programas de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia (Coppe), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Estefen foi um dos palestrantes do encontro, sendo portador do anúncio sobre o Plano Nacional de Energias Renováveis do Mar, que está em fase de negociação com a Eletrobrás. Desenvolvido pela Coppe/UFRJ, o plano reúne projetos direcionados a dois objetivos: levantar a potencialidade das ondas e marés brasileiras e buscar tecnologias para converter as energias advindas do mar em eletricidade.
A execução do projeto, segundo ele, demanda investimentos da ordem de R$ 16 milhões, a serem aplicados em pesquisa, desenvolvimento e inovações, durante o período de 5 anos, com retorno garantido. "O mar tem muito campo a ser explorado. Daqui a 15 anos, a energia vinda dele terá potencial para competir comercialmente com a energia eólica, que nessa época já estará consolidada", preconiza.
A maior vantagem das energias renováveis, na opinião de Estefan, é o fato de serem complementares. "A energia das ondas e marés não tende a ser hegemônica. A exemplo da eólica ou solar, ela é complementar. Além disso, não polui o meio ambiente, não traz prejuízo à fauna nem libera gases do efeito estufa", completa.
Fonte:http://www.sfiec.org.br/portalv2/sites/jornal/home.php?st=listinfo&conteudo_id=5296 acessado em 05/07/2012
Qualquer fonte de energia, seja ela renovável ou não renovável, sempre traz prejuízos ao meio ambiente, é um fato consumado e inevitável. O Ceará é o maior produtor nacional de energia eólica, considerada uma energia limpa, entretanto, é impossível viver sem poluir, sem degradar, e além do mais, os governos usam apenas palavras para manifestar interesse em criar fontes renováveis de energia.
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