terça-feira, 12 de junho de 2012

Boas Vindas!

Olá Pessoal,

Seja bem vindo ao Blog da disciplina de Engenharia Ambiental!

Este blog tem com objetivo de promover a reflexão sobre os vários temas ligados a Engenharia Ambiental. Durante este momento de greve pretendemos debater sobre os mais diversos assuntos ligados ao meio ambiente e como podemos favorecer nos processos de reciclagem. Teremos a cada semana um novo tema a ser discutido até voltarmos às aulas. Suas discursões serão consideradas na formação de 20% da nota final. Assim, PARTICIPE!!

Para iniciarmos nossas atividades deixo aqui um blog: http://blogpecca.blogspot.com.br/2012/06/meio-ambiente-sobram-discursos-faltam.html

E o tema dessa semana será a Rio +20. Pesquise, leia, reflita, ....

Desejamos a todos uma boa reflexão.


Att,
Nilena Dias.

17 comentários:

  1. Para iniciar nossa discursão irei definir o que é a Rio+20. Segundo o site do evento, é a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, será realizada dos dias 13 a 22 de junho de 2012, na cidade do Rio de Janeiro, ou seja a partir de hoje inicia a conferência com a III Reunião do Comitê Preparatório, no qual se reunirão representantes governamentais para negociações dos documentos a serem adotados na Conferência.

    A Rio+20 foi assim denominada porque marca os vinte anos de realização da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92) e deverá contribuir para definir a agenda do desenvolvimento sustentável para as próximas décadas.

    O objetivo da Conferência é a renovação do compromisso político com o desenvolvimento sustentável, por meio da avaliação do progresso e das lacunas na implementação das decisões adotadas pelas principais cúpulas sobre o assunto e do tratamento de temas novos e emergentes.

    A Conferência terá dois temas principais:


    * A economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza; e
    * A estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável.

    Agora convido a todos para falar um pouco sobre os objetivos e a perspectiva brasileira sobre esse evento.

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  2. Bem, a Rio+20 no papel é muito interessante, onde todos os 'líderes' mundiais ( cadê o Obama ou a Angela Merkel?) se reúnem em preocupação com meio ambiente.
    Foi assim a 20 anos atrás com a ECO-92, onde traçaram metas para evitar redução na emissão de gases na atmosfera, elaborar formas de energias sustentáveis etc. Mas, será que surtiu muito efeito? Vou começar citando o Brasil, um país acabado financeiramente pós-Collor, vivia uma crise imensa, mas de lá para cá veio se tornando uma das principais economias emergentes no mundo.

    Base de que? Virou um dos maiores produtores de cereais e o maior exportador de carne do mundo. Crescimento que custou muita área verde, com o desmate de 328 mil quilômetros quadrados de Floresta Amazônica (os territórios dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, e Espírito Santo, juntos).

    Que lindo, nosso país, conseguiu se levantar! Mas teve um preço, então porque todo aquele 'bla bla bla' na ECO-92?

    É, como diz os grandes filósofos, na teoria é fácil, quero ver na prática!

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  3. 30 bilhões de dólares por ano para o desenvolvimento sustentável. Esse é uma dos temas em debate no Rio +20. Mas surge uma questão: Os países em desenvolvimento "conseguirão" investir nisso?? E os países desenvolvidos, que enfrentam uma crise financeira? Eles conseguirão dinheiro para isso?? Perguntem pra Angela Merkel, que nem sequer apareceu pois está cuidando da vida (resolvendo 'abacaxis' da crise). Sempre existirá alguma prioridade na frente de salvar o planeta.

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  4. Hoje quinta-feira 14, a conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, Rio+20, estão em busca de um consenso para a assinatura de um documento a ser assinado pelos líderes mundiais que vêm ao Rio de Janeiro próxima semana. Ontem, o Brasil e os países-membros do grupo G77+China apresentaram a proposta de criação de um fundo de 30 bilhões, por ano para fomentar o desenvolvimento sustentável no mundo. Essa proposta ainda será debatida. A solução foi apresentada como forma de resolver o tópico "meios de implementação", significa a estrutura que viabilizará que os países consigam alcançar os objetivos de desenvolvimento sustentável que a conferência também deve produzir, para o documento final da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que deve encerrar-se próximo dia 22.

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  5. O que todos nos esperamos é que a RIO+20 reafirme os compromissos e princípios já acordados nas várias negociações empreendidas pela ONU relacionadas ao Desenvolvimento Sustentável, e que apresente um roteiro para a transição rumo a um novo modelo econômico que leve a uma sociedade mais justa, próspera e sustentável, devidamente direcionado e controlado por um quadro institucional compatível com os compromissos e desafios assumidos. Tudo isso é muito bom, mas esses documentos são sem obrigatoriedade legal quanto ao seu cumprimento, ou seja, faz quem quer! Com isso dificulta muito a implementação desses compromissos.

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  6. O Brasil deve ter cuidado para não tornar a Rio + 20 apenas um evento em que se reúnam grandes representantes do mundo para discutirem soluções inatingíveis e impraticáveis. Deve-se ter a cautela de saber discernir diálogo e falácea proferidas apenas para agradar ao público e na hora da execução dos planos tudo ser ignorado. É chegada a hora de tomar atitudes mais severas, tomar iniciativas mais promissoras e menos utópicas.

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  7. Minha sincera e humilde opinião é que estão procurando uma nova maneira de gerar capitalismo. Acredito que a vontade desses “líderes” de aparecer para o mundo é bem maior que a vontade de melhorar alguma coisa. Posso estar errado, mas, acredito que ao final o discurso será divergente entre as forças mundiais como sempre foi. Ou seja, falando a grosso modo: “Estão em lugar nenhum e ao final chegarão ao nada.”

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  8. Em parte até faz sentido o que o foi citado anteriormente, mas há quem realmente pense no desenvolvimento sustentável. Basta olhar para o Porto do Pecém, a usina de ondas que transforma os movimentos do oceano em energia. A ocasião será aproveitada para o seu lançamento.

    http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1145684

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  9. Parte que o Rafael publicou :
    ..."A Conferência terá dois temas principais:
    * A economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza; e
    * A estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável." ...
    __________________________________________________________________

    Falam sobre desenvolvimento sustentável, é engraçado que das 276 mil ONG's que tem no país aproximadamente 100 mil estão na região amazônica e mesmo assim a região norte é uma das mais necessitadas do país. Militares do exército brasileiro são proibidos de circular em certos locais onde ONG's estrangeiras operam, estranho não? se o exército está lá para proteger e até colaborar com algo. Enquanto o país fica sediando evento para promover capitalismo disfarçado muita coisa é tirada do nosso país e vendida a nós mesmos com preços elevados.

    Com relação a erradicação da pobreza, seria muito mais simples por parte das autoridades mundiais(ONU), estabelecer metas que realmente tenham "lógica" exemplo: Toda criança do planeta ter o direito de comer e de ir para a escola.(parece algo utópico e até um pouco engraçado, mas pensando logicamente se toda criança tem direito de ter um estudo de qualidade com certeza o intelecto dela será melhor formado, proporcionando um desenvolvimento inteligente). A longo prazo é muito mais útil do que ficar inventando formas descaradas de gerar dinheiro como os "Créditos de Carbono" por exemplo.

    Não desmerecendo as pessoas que tentam fazer algo para mudar a situação do nosso planeta.

    Desculpem o radicalismo, mas pra mim O Rio+20 é só mais um evento bonitinho pra enxugar gelo. E quantos aqui acreditam em aquecimento global(na forma que a mídia passa pra gente)?

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  10. Discutir os assuntos do rio + 20 está mais para uma fantasia do que para realidade, como disse a presidente Dilma: não tem como dizer as pessoas como devem comer, como beber e como terem acesso a energia, não tem como o pais se sustentar apenas com energia limpa, pois é necessário um conjunto diferente para suprir a falta de algumas delas, mesmo que alguns países conseguissem esse feito grandioso, a grande parte dos países desenvolvidos não seguiriam essas metas, metas essas que partiram deles, está mais para interesses próprios como o controle do desenvolvimento dos países subdesenvolvidos, para que assim possam usufruir da superioridade econômica. Seria uma ideia excelente se todos os países seguissem essas metas, já que não é o caso.

    Link em que a presidente Dilma fala sobre a fantasia do rio+20
    --> http://www.youtube.com/watch?v=GOOaPCGFxOQ

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  11. Concordo com o que o Alan comentou, esse evento não passa de um mero marketing para gerar capitalismo. No final das contas vai continuar do mesmo jeito. No Brasil, a situação é mais precária, pois como pensar num desenvolvimento sustentável num país onde não há investimento nem na educação e na saúde.

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  12. Bom, passei quase dois anos tentando fazer uma postagem nesse Blog, mas não teve jeito... Então deixo aqui na forma de comentário mesmo.
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    Conscientização - Eco-92 e Rio+20

    Desenvolvimento sustentável é um termo que vem sendo bastante empregado de algumas décadas aos dias de hoje. Trata-se de uma forma de todos os países, sejam eles desenvolvidos ou em ascenção, de conciliar o seu desenvolvimento socio-econômico e o meio ambiente.
    Como é de nossa sabedoria, o meio ambiente vêm sofrendo diversos impactos devido, em grande parte, às atividades econômicas de diversos países. E é com o intuito de amenizar tais impactos, ministrar suas atividades sem prejuízo ao meio ambiente que várias reuniões, convenções e acordos são feitos entre esses países. Para nós, brasileiros, o que ganha mais destaque é o chamado Eco-92, ou Rio-92.
    Bem tratado aqui, o Rio-92, realizado entre 3 e 14 de junho de 1992, reuniu grandes países em busca de soluções para amenizar os impactos no meio ambiente. Hoje, 20 anos após essa conferência, está sendo realizada uma nova, a chamada Rio+20, que além de prometer continuidade às boas intenções apresenta novas soluções para os 20 anos que ainda virão.
    Não é responsabilidade apenas dos líderes das nações zelar pelo ambiente em que vivemos, essa é uma responsabilidade de todos. E essa é uma das intenções de haver essas conferências, que é conscientizar e colocar em práticas ações que realmente farão a diferença. Essa diferença poderá ser ainda maior e melhor se cada um no mundo ajudar de alguma forma para chegar ao objetivo final: preservar o meio ambiente e, por consequência, a própria humanidade!

    Felipe S. Leite

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  13. A Conferência das Nações Unidas sobre o desenvolvimento sustentável(Rio+20) está sendo discutida nesse dias com alguns objetivos que em geral a idéia é buscar a convergência em três dimensões-social,ambiental e econômica.Com isso, se reunem negociadores de alguns países,eram pra ser os 193 países,para discutir alguns objetivos principalmente o desenvolvimento sustentável.
    Algumas conferências já foram realizadas, é bem notório que nestas já foram estipulados alguns objetivos que não se concretizaram.Por que esta seria diferente?
    Não existe uma confiança em severas mudanças com esta conferência uma coisa pode se dizer: depois de quase 72 horas de reuniões nos últimos dias ,sem consenso,os negociadores chegaram a uma conclusão comum, de que não é possível manter o modelo atual de desenvolvimento,pois ele não atende a demanda crescente projetada para o futuro."E isto ninguém percebeu?".
    Já não se tem confiança nesse projetos milagroso da ONU.Como já relatado, há ausências de negociadores de alguns paises.È claro que os negociadores dos países ricos argumentam que os impactos da crise econômica mundial os impedem de avançar sobre os temas relacionados a mais recursos e há ainda restrições no que se refere à proposta de transferência de tecnologias limpas que envolvem negociações sobre patentes.Acho meio contrário alguém ser contra a ausência desses países , eles têm motivos.
    A sociedade está cada vez mais consciente de necessidade de proteger o meio ambiente - não para "salvar a Terra" - nosso planeta não está em perigo - mas para salvar a vida humana (e a de muitas outras espécies) nesta Terra. Infelizmente, os governos, empresas e instituições financeiras internacionais representados no Rio+20 são pouco sensíveis à inquietude da população, que buscam tranquilizar com discursos sobre a pretensa "economia verde".
    Há quem diga que é importante considerar que , os governos não são capazes de tomar todas as decisões e a sociedade precisa fazer parte da construção desta agenda,que lhe permitirá um futuro melhor.Concordo,mas acho que a maior preocupação seria em educar a população, uma conferência como esta, existe muito é gasto por parte do poder publico.E se quer atingir âmbito internacional esta é ainda a ùnica tática.Certo que essa conferência tem um papel influenciador nas atitudes das pessoas, porém muito restrito, e seria bem importante pressionar mais nesta tecla.

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  14. Bem, bem e bem. De acordo algumas pesquisas e leituras sobre o tal assunto, tirei algumas conclusões sobre:

    Superficialmente, esse evento de tal forma mostra uma união no qual lutam para acabar grandes problemas mundiais, como a destruição do meio ambiente e a erradicação da pobreza, debater e discutir para as melhores soluções para este mundo.
    Mas será que realmente a documentação que será aprovada vai entrar em pratica, como os demais falaram, isso pode ser nada mais e nada menos que uma reunião que vai acabar na mesma coisa. O lado positivo disso é que nós podemos ver as ideias que não serão praticadas e nós mesmos, nobres seres humanos, fazermos nossa parte e nós mesmos para colocarmos essas ideias em pratica. Como pela ideologia democratica, O povo é o poder, então podemos não depender de lideres para melhorar o nosso planeta. Enfim, concordo com os demais...

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  15. * Não consegui postar... Então vai na forma de comentário*


    Congresso prestes a votar MP do Código Florestal
    Daniele Bragança*
    26 de Junho de 2012

    O advogado-geral da União, Luís Inácio Lucena Adams, e a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, participam de audiência pública no Senado para discutir a medida provisória que altera o novo Código Florestal. Foto: Wilson Dias/ABr

    O Congresso Nacional voltou a discutir, nesta terça-feira, a Medida Provisória 571, editada para tapar os buracos deixados pelo veto da presidente Dilma no Código Florestal. Aparentemente, ela caminha em velocidade de cruzeiro para ser aprovada. O relator da MP, senador Luiz Henrique (PMDB-SC) já anunciou que apresentará seu relatório no dia 4 de julho. A expectativa é que no dia 10 de julho o texto já possa ser votado na comissão. Em seguida, segue para o Congresso.

    O que Luiz Henrique pretende é buscar a convergência em torno da MP para que ela possa ter uma tramitação rápida pelo Congresso. O senador catarinense considera corretos os vetos apresentados pelo governo federal e trabalha para ajustar as quase 700 emendas apresentadas à proposta. Até o dia 4, quando for apresentado o parecer, não se sabe quais as mudanças que o texto da MP sofrerá, nem quais são as emendas que o senador vai acatar ou não.

    Presente à primeira audiência pública da comissão mista que analisa a MP, a ministra Izabella Teixeira defendeu sua adoção: “[A MP] não anistia quem cometeu crime, traz todos para dentro da lei e faz com que possamos avançar nas reservas legais e cria instrumentos para incremento da produtividade agrícola”, afirmou.

    No encontro, além de Izabella, foram convocados 3 ministros para falar dos vetos e alterações feitas pelo Executivo ao texto. Ela teve a participação dos ministros Mendes Ribeiro, da Agricultura; Pepe Vargas, do Desenvolvimento Agrário e Aguinaldo Ribeiro, das Cidades. Também participaram da audiência Luís Adams, da Advocacia Geral da União; Pedro Arraes, presidente da Embrapa e Vicente Andreu, presidente da Agência Nacional de Águas (ANA).

    O deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS) discordou das falas dos ministros, que afirmavam que a medida provisória não prejudicava os produtores rurais e trazia segurança jurídica ao campo: “O Estado deveria fazer um fundo e cobrar de toda a sociedade e não responsabilizar o produtor rural. As megaempresas do Brasil não pagam nada, só o produtor rural”, observou Heinze.

    Após a aprovação na comissão mista, o texto segue para o plenário da Câmara dos Deputados e depois, será votado no Senado. O Congresso tem até o dia 8 de outubro para votar a matéria, transformando a MP571 em lei. *Com informações da Agência Senado

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  16. A RIO+20 estava pautada no desenvolvimento sustentavel e no fim da pobreza,mas o que prevaleceu foi a questão econômica onde os países que detém maiores recursos são os grandes obstáculos à sustentabilidade. Esperamos que as idéias algum dia cheguem realmente a sairem do papel e pôr em pratica a melhoria social e ambiental que nós e o nosso planeta necessita.

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